That is on the life.
sexta-feira, 29 de março de 2013
sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora
batendo a porta, mas entenda que não o amarei
menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite
com minha solicitude, e se ela for excessiva
saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim,
nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim,
porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa,
ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo
um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice,
mas sem fazer alarde nem dizendo
''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada
diante de mais pessoas, o outro não me exponha
nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e
perco a compostura, o outro ainda assim
me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Nos livros da vida...

Já li e re-li tantas vezes Caio Fernando Abreu para acalmar a alma, o coração, fazer com que as lagrimas não caiam diante dos percalços do amor. Tati Bernardi me mostrou que todos sofrem, e decepção não é exclusividade da minha vida.
Seguindo em busca de ajuda na literatura Sidney Sheldon contribuiu para que eu formulasse alguns planos de vingança, logicamente nunca colocados em prática. Auto-ajuda é sempre bom, mas nada como entender ‘Porque os Homens fazem sexo e as Mulheres fazem amor’, e ‘O que toda mulher inteligente deve saber’ é indispensável para a vida.
Mas confesso que meu amor aumentou ainda mais quando tive transcrito em minhas mãos o sentimento entre John Grogan e Marley, seu melhor amigo, o cão. No entanto mesmo estando em forma de Melancia, causada pela gravidez, ou sendo abandonada pelo marido, Marian Keys com suas personagens transformam o trágico da vida em cômico.
E assim me apego nas palavras, nas linhas, frases e parágrafos, que traduzem sentimentos, sensações e fatos ocorridos e percebo dia-a-dia que a vida não é fácil, porém vale muito a pena ser vivida.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Pode ser amor se quiser...
terça-feira, 3 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
