sábado, 24 de abril de 2010

Acho que não dei o valor certo as pessoas certas. Agora tenho medo de tirar algo errado e acabar desmoronando tudo.
Erros que no momento que foram feitos, mesmo sem terem sido pensados ou avaliados, pareciam corretos.
Palavras, gestos, dias, meses que constroem uma vida e se tornam uma peça do quebra-cabeça.
Me vi preso em uma armadilha de mentiras que ambos cometemos. Minha única saída era fugir para longe de tudo.
Mas eu também sou uma peça.
E como dominós, cada uma foi caindo ao chão.
De qualquer forma, a dor era certa.
Restaram apenas ruínas.
Tento entender o passado e arrumar o presente.
Mas independente de quantos sonhos as ondas levem, sempre haverá areia para novos castelos serem construídos.